Editora @Intrinseca lança esse mês “Oceano sem lei” de Ian Urbina

Ian Urbina traz nesse livro uma série de reportagens interessantes e até mesmo aterrorizantes sobre histórias reais que aconteceram onde “ninguém estava olhando”, sobre as águas do oceano.

O lançamento está previsto para dia 25 de junho e já está em pré-venda no site da Amazon.

Toda a adrenalina da aventura por um mundo vasto, sem lei e criminoso como poucos: o alto-mar

Há poucas fronteiras ainda não exploradas em nosso planeta. Talvez a mais selvagem, e quase desconhecida, sejam os oceanos: grandes demais para serem policiados e sem jurisdição internacional evidente, essas imensas regiões de águas traiçoeiras abrigam índices galopantes de criminalidade e exploração.

Traficantes e contrabandistas, piratas e mercenários, ladrões de naufrágios, vigilantes conservacionistas e caçadores, pessoas que realizam abortos em alto-mar, despejadores ilegais de petróleo, escravos acorrentados e passageiros clandestinos à deriva. Valendo-se de cinco anos de investigações perigosas e intrépidas, muitas vezes a centenas de quilômetros de distância da costa, o premiado repórter Ian Urbina nos apresenta os habitantes deste mundo oculto. Com histórias de espantosa coragem e brutalidade, sobrevivência e tragédia, revela-se a rede global de crime e exploração vinculada às indústrias da pesca, do petróleo e da navegação, e da qual dependem inúmeras economias mundiais.

O Brasil ganha destaque no capítulo que relata o embate entre companhias interessadas em perfurar o solo oceânico na costa do país e pesquisadores locais. Empresas que ganharam, em 2013, concessão do governo para explorar a área em busca de petróleo, mas voltaram atrás depois que o Greenpeace auxiliou os cientistas na realização de um estudo que provava a existência de recifes de corais na área ― um ecossistema vivo e rico que fornece proteção e alimentação a diversas formas de vida marinha.

Oceano sem lei é o desdobramento de uma série de reportagens inovadoras, escritas pelo autor e publicadas pelo The New York Times. Traz à tona, pela primeira vez, a realidade perturbadora do mundo flutuante que nos conecta: um lugar onde qualquer um pode fazer qualquer coisa porque ninguém está vigiando.

Dani Ella

Dani Ella

Meu nome é Daniela, sou paulista, e tenho 28 anos. Leitora desde criança, e há alguns anos me apaixonei perdidamente pelos doramas. Amo um romance clichê, então as comédias românticas sempre tem espaço no meu coração, se puder ser acompanhada de um bom drama, suspense e um pouco de ação (com espadas, talvez?) fica mais que perfeito.

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