@FaroEditorial lança sobrecapa especial comemorativa para “O Escravo de Capela”

Em sua terceira reimpressão desde o lançamento em junho de 2017, o romance de terror do cineasta Marcos DeBrito volta para as livrarias este mês com uma sobrecapa especial comemorativa, focando também no público que ainda não conhece a obra e é atualmente o maior consumidor de livros: as mulheres.

O Escravo de Capela poderia muito bem ser um romance histórico, pois o drama principal são as relações entre os membros da família Cunha Vasconcelos e as consequências pelos longos anos de tratamento cruel dado aos escravos. Mas o autor é conhecido por entregar uma visão aterradora dos males reais que afetam o ser humano, trazendo terror às suas tramas como representação do pior que existe dentro de nós.

Sobre a nova arte de capa, o Publisher Pedro Almeida explica o motivo da escolha da nova ilustração “Decidimos fazer uma sobrecapa para comemorar a terceira reimpressão do livro com uma versão enigmática, mas em primeiro plano, do personagem principal em fuga – o seu momento crucial da história, antes dele se transformar na lenda do folclore brasileiro”.

O romance se passa no ano de 1792, auge da era colonial brasileira, quando a produção de açúcar nas fazendas de cana era controlada pelas mãos impiedosas dos senhores de engenho. Os homens acorrentados que não derramassem seu suor no canavial encontravam na dor de um lombo dilacerado o estímulo para o trabalho braçal. Não eram poucos os negros que recebiam no pelourinho a resposta truculenta para sua rebeldia. Pior ainda àqueles que, no desejo por liberdade, acabavam mutilados pelo gume de um terçado. No retorno de um morto que a terra deveria ter abraçado surge o pior dos pesadelos. E como se não bastasse o terror que assombra a casa-grande ao cair da noite, um conflito que parecia enterrado é reavivado, podendo destrancar um segredo capaz de levar todos à ruína.

Aqui nossas lendas não parecem fábulas para crianças. Aqui elas são muito mais próximas do real.

Dani Ella

Dani Ella

Meu nome é Daniela, sou paulista, e tenho 28 anos. Leitora desde criança, e há alguns anos me apaixonei perdidamente pelos doramas. Amo um romance clichê, então as comédias românticas sempre tem espaço no meu coração, se puder ser acompanhada de um bom drama, suspense e um pouco de ação (com espadas, talvez?) fica mais que perfeito.

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