@FaroEditorial lança coletânea de terror baseada no Edifício Joelma.

A Faro Editorial vai lançar em agosto uma coletânea reunindo quatro contos sobre o famoso Edifício Joelma.

Pra quem não sabe o incêndio do Edifício Joelma foi uma das maiores tragédias do nosso país e sempre foi considerado palco de assombrações.

Vozes do JoelmaOs gritos que não foram ouvidos – coletânea escrita pelos autores Marco Debrito, Marcos Barcelos, Rodrigo de Oliveira e Victor Bonini. Tem previsão de lançamento para final de agosto e já está em pré-venda na AMAZON, garanta já o seu!

“Alguns lugares estão condenados pela memória trágica das calamidades que mancharam sua terra com sangue e lágrimas. Espíritos que continuam a perambular pelo local de sua morte à procura da saída, ou muitas vezes, aprisionados no eterno sofrimento por não saber que faleceram de maneira repentina, apavoram os vivos que envolvem seus domínios. Um desses lugares é o terreno onde foi construído o Edifício Joelma, ele possui requisitos clássicos de um solo maldito, obedecendo o padrão de dores e angústias que se repetem insistentemente através do tempo…”

Marcos DeBrito, Rodrigo de Oliveira, Marcus Barcelos e Victor Bonini são autores reconhecidos pela crueldade de seus personagens e grandes reviravoltas nas narrativas. As mentes doentias por trás dos livros A Casa dos Pesadelos, O Escravo de Capela, Dança da Escuridão, Horror na Colina de Darrington, Quando ela desaparecer, O Casamento, Colega de Quarto, e da série As Crônicas dos Mortos, se uniram para criar versões perturbadoras sobre as tragédias que ocorreram em um terreno amaldiçoado, e convidaram o igualmente perverso Tiago Toy para se juntar na tarefa de despir os homicídios, acidentes e assombrações que permeiam um dos principais desastres brasileiros: o incêndio do edifício Joelma. O trágico acontecimento deixou quase 200 mortos e mais de 300 feridos, além de ganhar as manchetes da época e selar o local com uma aura de maldição. Esse fato até hoje ecoa em boatos fantasmagóricos que envolvem a presença de espíritos inquietos nos corredores do prédio e lendas sobre lamúrias vindas dos túmulos onde corpos carbonizados foram enterrados sem identificação. Algo que nem todos sabem, é que muito antes do Joelma arder em chamas no centro de São Paulo, o terreno já havia sido palco de um crime hediondo, no qual um homem matou a mãe e as irmãs e as enterrou no próprio jardim. Devido às recorrentes tragédias que marcaram o local, há quem diga que ele é assombrado por ter servido como pelourinho, onde escravos eram torturados e executados. E sua maldição já fora identificada pelos índios, que deram-lhe o nome de Anhangabaú: águas do mal. Se as histórias são verdadeiras não se sabe… A única certeza é que a região onde ocorreu o incêndio tornou-se uma mina inesgotável de mistérios. E, neste livro, alguns deles estão expostos à loucura de autores que buscaram uma explicação.

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