Resenha #307 Pistas Submersas – Maria Adolfsson @FaroEditorial

Título: Pistas Submersas
Autora:
Maria Adolfsson
Lançamento:
2019
Estante:
Skoob
Páginas:
368
Editora:
Faro Editorial
Comprar:
Amazon
Literatura:
Internacional
Gênero:
Suspense
Estrelas:
4/5

Bem-vindo ao mundo único de Doggerland! Uma nação formada por grande extensão de terras, hoje, a maior parte submersas, das quais restaram apenas três ilhas, localizada em algum lugar entre o Reino Unido e os países nórdicos. É lá que Maria Adolfsson cria o cenário perfeito para uma história arrebatadora. Na manhã seguinte ao grande festival das ilhas de Doggerland, norte da Escandinávia, a detetive Karen Hornby acorda em um quarto de hotel com uma ressaca gigantesca, mas não maior que os arrependimentos da noite anterior. Na mesma manhã, uma mulher foi encontrada morta, quase desfigurada, em outra parte da ilha. As notícias daquele crime abalam a comunidade. Karen é encarregada do caso, algo complexo pelo fato de a vítima ser ex-esposa de seu chefe. O homem com quem Karen acordou no quarto de hotel… Ela era o seu álibi. Mas não podia contar a ninguém. Karen começa a seguir as pistas, que vão desenrolando um novelo de segredos há muito tempo enterrados. Talvez aquele evento tenha origem na década de 1970… Talvez o seu desfecho esteja relacionado a um telefonema estranho, naquela primavera. Ainda assim, Karen não encontra um motivo para o assassinato. Mas, enquanto investiga a história das ilhas, descobre que as camadas de mistérios daquelas terras submersas são mais profundas do que se imagina

Pistas Submersas vai contar a história da Karen Eiken Hornby. Ela tem quase 50 anos, trabalho como inspetora-detetive nas ilhas Dogger. Ela mora com o gato adotivo, Rufus.

Todo ano, há o Festival da Ostra que movimenta o local onde ela mora. Sendo assim, a ilha recebe muitos turistas e fica cheia.

Após uma noite de bebedeiras e hotel com Jounas Smeed, ela volta pra casa desolada, pois é algo que ela não se orgulha de ter feito.

Depois de um longo cochilo, Karen recebe uma ligação de Viggo Haugen, chefe de polícia e chefe do chefe dela. Houve um crime perto dali e a vítima é uma pessoa conhecida.

Karen é responsável pela investigação dos crimes violentos que ocorrem nas o ilhas Dogger: Heimö, Noorö e Frisel.

Logo de cara, Karen estranha o porquê do seu chefe não ter lhe passado essa informação, mas Viggo abre logo o jogo, a mulher assassinada é Susanne, ex-mulher do Jounas Smeed.

Jounas foi afastado dessa investigação pois ele é um dos suspeitos do caso. No entanto, Karen sabe (ou pensa) que seu chefe não poderia ter matado Susanne pois os dois estavam no hotel quando o crime aconteceu. Mas ela não pode informar para ninguém esse fato, sendo assim, Jounas fica sem o hálibe dele.

Porque nada pode piorar quando se está no próprio inferno.

Logo quando Karen vai ao local do crime, que foi na casa da vítima, nota que pode estar investigando um assassinato, e não um roubo que causou na morte da mulher.

Ela logo fica ciente que o assassino queria encobrir a causa da morte. Mas por que isso ?

O livro se passa tanto no presente quanto conta com algumas coisas do passado, que vão se interligando com a investigação que está rolando.

A cada capítulo, a gente quer mais e mais do livro. Ficamos fissurados em descobrir mais coisas.

– A questão é… – Viggo Haugen diz lentamente – … que a vítima é Susanne Smeed. A ex-mulher do Jounas.

Cada página que eu lia, acontecia algo que me surpreendia e eu ficava de boca aberta.

Enquanto eu lia Pistas Submersas só conseguia imaginar o bom filme que ele poderia virar e já estou na expectativa de que isso aconteça no futuro.

– Uma mulher foi encontrada morta na própria casa. Espancada até a morte. Quero que você se encarregue da investigação.

Na metade do livro, ele vai ficando mais “devagar”, mas isso não faz com que seja uma leitura ruim. Pelo contrário, isso faz com que a gente preste mais atenção ainda nas coisas que estão acontecendo.

Confesso, que tive vários suspeitos, mas não imaginava o motivo da morte de Susanne.

Foi tudo muito inesperado para mim.

Beijos e até mais 🙂

Dani Fernandes

Dani Fernandes

Tenho 25 anos, sou estudante de Sistemas de Informação, mas amo o mundo do literário. Sou apaixonada por romances, mas ando me aventurando nas fantasias e suspenses.

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