Jogador N° 1

Título: Jogador N° 1

Lançamento: 29 março de 2018

Duração: 2h 20m

Gênero: Aventura, Romance, Ficção

Direção: Steven Spielberg

Elenco: Tye Sheridan, Olivia Cooke, Ben Mendelsohn

País: EUA

Nota: 5/5

Sinopse: Num futuro distópico, em 2044, Wade Watts (Tye Sheridan), como o resto da humanidade, prefere a realidade virtual do jogo OASIS ao mundo real. Quando o criador do jogo, o excêntrico James Halliday (Mark Rylance) morre, os jogadores devem descobrir a chave de um quebra-cabeça diabólico para conquistar sua fortuna inestimável. Para vencer, porém, Watts terá de abandonar a existência virtual e ceder a uma vida de amor e realidade da qual sempre tentou fugir.

Baseado no livro de mesmo nome de Ernest Cline, a história vem para contar sobre um mundo que após períodos de fome, guerras e desemprego, a tecnologia se sobressai sendo um refúgio para os habitantes da terra, em especial a tecnologia da OASIS uma empresa de jogos com utopia virtual no qual os jogadores podem ser e fazer o que desejarem. O filme com a direção de Steven Spielberg que dá vida a esse livro, tem focalização em Wade Watts, um garoto de 17 anos que vive viajando pelo mundo dos videogames. Ele assim como muitos, não quer viver a realidade cruel e não está satisfeito com sua imagem, até que uma oportunidade chega. Um bilionário chamado James Halliday morre e deixa 3 chaves num jogo virtual em que aquele que ganhar terá acesso a sua fortuna. Para conseguir uma vida melhor, Wade Watts buscará ser o jogador N° 1, mas para isso ele terá que combater uma corporação que tenta obter a fortuna do criador do jogo a qualquer custo.

O filme é incrível, com uma animação especial ele encanta a todos em especial os adultos. O telespectador tem acesso a sua infância, a referências dos anos 80 como: Vivendo a vida adoidado e o filme O iluminado que tem alguns minutos de participação com nostalgia. A trilha sonora também traz recordações. O visual da direção de arte é futurística e os momentos são bem desenvolvidos. Watts e seus amigos são bem aproveitados, como adolescentes mostram-se inseguros com a aparência e habilidosos com tudo que envolva a tecnologia. O único pecado da produção cinematográfica é o excesso de tentativas de explicação, o que pode ser bom para aqueles que não entendem as referências e pode se tornar um vício ruim para aqueles que sabem sobre tudo que é mostrado. Mas, este fator não torna o filme enjoativo, pelo contrário, cada momento traz novas sensações para quem assiste, junto com surpresas.

O Jogador N° 1 vale a pena ser conferido. Então embarque nesta aventura distópica nostálgica!

Julia Paranhos

Julia Paranhos

Estudante de Comunicação Social - Jornalismo, no Espírito Santo. Apaixonada por livros, filmes e séries, em especial de aventura e romance. Extremamente feliz por escrever resenhas destes tópicos no Blog.

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