Resenha #60 A Geografia de Nós Dois – Jennifer E. Smith @galerarecord

Título: A Geografia de Nós Dois
Autor (a): Jennifer E. Smith
Lançamento: 2016
Estante: SkoobGoodReads
Editora: Galera Record
Páginas: 272
Literatura: Estrangeira
Gênero: Young Adult, Romance
Estrelas: 5/5
Sinopse: Lucy mora no vigésimo quarto andar. Owen, no subsolo… E é a meio
caminho que ambos se encontram – presos em um elevador, entre dois pisos de um
prédio de luxo em Nova York. A cidade está às escuras graças a um blecaute. E
entre sorvetes derretidos, caos no trânsito, estrelas e confissões, eles
descobrem muitas coisas em comum. Mas logo a geografia os separa. E somos
convidados a refletir… Onde mora o amor? E pode esse sentimento resistir à
distância? Em A Geografia de Nós Dois, Jennifer E. Smith cria tramas cheias de experiências,
filosofia e verdade.
**ML**

Procrastinar
é a minha melhor qualidade rs’. Me julguem!
Eu
li A
Geografia de Nós Dois
faz um tempinho e ao invés de vir aqui e escrever
resenha eu deixei as coisas vagarem da minha mente. Resultado disso? Reli essa
madrugada, esse romance que ganhou meu coração.
Pelos
blogs literários da vida, com certeza vocês já ouviram e muito sobre esse
livro, não é?
Vamos
encurtar o assunto e falar da minha opinião, então. Geralmente Young Adults são os “cafés com
leite” literário, né?
Pois
bem, esse é um dos gêneros que mais marcam a vida literária na humilde opinião da leitora que vos escreve. Sabem
o porquê?

Vejamos,
Lucy tem dezessete anos e vive em New York, classe média relativamente alta,
porém, passa bastante tempo sozinha. Seus irmãos gêmeos estão na faculdade bem
longe de casa, seus pais passam mais tempo viajando do que na própria casa.

Owen,
amor da minha vida é aquele jovem de classe média baixa, que passou pelo
trauma de perder a mãe de forma trágica e tem sua vida, seu mundo, revirado
depois disso. Ele se muda para um prédio, onde graças a um amigo, o pai
conseguiu o cargo de síndico/zelador. Apesar do cargo, por vezes parecer
maravilhoso, na realidade as coisas não são bem assim. Owen e seu pai vivem no
subsolo do prédio em um apartamento bem modesto.

Lucy
e Owen são vizinhos, digamos assim, mas seus caminhos se cruzam de forma
inusitada, e eu me derreto toda, porque acho linda kkkk, em um elevador quando Lucy estava voltando para casa e Owen dando mais uma “escapulidinha” para o
seu refúgio, o terraço do prédio. Os
dois só não esperavam ficar presos no elevador do prédio, graças a um black
out que atingiu New York inteira por várias horas.



Presos,
tímidos e sabendo que poderiam ficar muito tempo no mesmo lugar, os dois
começam uma conversa que prova aos dois que eles têm muita coisa em comum.
Mesmo depois de serem retirados do elevador e cada um poder voltar para seus
respectivos apartamentos, eles não querem se separar e muito menos ficar
sozinhos no escuro, sabe lá Deus por quanto tempo, e os dois vão para o
apartamento de Lucy no 24° andar.

Não
suportando o calor nova-iorquino e com poucos recursos para se entreterem,
depois de uma pequena aventura às cegas pelas ruas escuras eles resolvem subir
para o terraço, onde acabam adormecendo lado a lado.

A
partir daí os desencontros entre eles é inevitável, Owen que voltará para o
subsolo preocupado com o pai, o encontra passando um pouco de mal, fora o caos
que virou o prédio devido o black out. Ele então começa a cuidar do pai e
ajudar nos reparos do prédio. Lucy acorda no terraço sozinha e sem nenhum sinal
de que Owen voltará em um futuro próximo, ela volta para casa – seu apartamento
– e logo que a energia se estabiliza seus pais preocupados entram em contato
com ela e avisa que já providenciaram uma passagem aérea para que Lucy os
encontre em Londres o quanto antes. 



Ela
não consegue comunicar Owen de sua viagem repentina, então, já em Londres, envia
um cartão postal da cidade para ele com a frase que seus pais mais usaram
durante suas muitas viagens pelo mundo: “Queria
que você estivesse aqui.”
A partir daí tudo vira um verdadeiro desencontro,
o pai de Owen é demitido do cargo no prédio e os pais de Lucy decidem mudar de
país. E nosso casal não consegue se encontrar pessoalmente e contam com meios
de comunicação para manterem contato. Os desencontros são frequentes e só
embarcando na leitura para descobrir como
e se o casal se encontra.
Respondam
para mim se essas histórias de amor um tanto quanto clichês não são as mais
lindas?
Claro
que tudo vem de como a autora
conduziu a trama, né? E realmente não tinha como ser diferente.

Esse
foi meu primeiro contato com a Jennifer E. Smith, apesar de ter outros livros
dela na estante, eu tinha um certo receio, com medo de sofrer demais com a
leitura. E eu não poderia estar mais enganada. Fiquei apaixonadíssima pela
escrita dela, pela trama e muito arrependida de não ter lido ainda os outros livros da autora.


Quanto
à A
Geografia de Nós Dois
, só tenho que dizer: dei 5 estrelas sim!
Favoritei sim! Porque tudo no livro é maravilhoso, o minidrama, o romance, a
comédia. Repito Tu-do é perfeito!

E tudo o que vocês já leram de bom sobre esse livro é somente verdades.

Espero
que tenham gostado dessa resenha, me deixem saber se vocês também querem um
Owen para chamar de seu.

See
ya!
Beeijos

Mazinha

Mazinha

Sou Mazinha, minha idade não importa, né? A alma é eterna KKKKK’ Moro em uma cidadezinha inexistente no mapa, sou viciada em Crepúsculo e todas as fanfics baseada nele, o que não quer dizer que a SM seja a minha autora da vida. Amo Romances e tenho me aventurado nos thrillers e segundo a Dani Fernandes eu adoro romance hot, só que nunca confirmei isso! Comecei a ler com 10 anos (vocês que lutem para fazer cálculos, eu sou de humanas).

Leia também

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Publicidade

Categorias

Arquivos