Resenha #72 Cadu e Mari – @acmeyerbook @galerarecord

Título:  Cadu e Mari

Autor (a): A.C. Meyer


Lançamento: 2017
Estante: SkoobGoodReads
Editora: Galera Record

Páginas: 280


Literatura: Nacional

Gênero: Romance


Estrelas: 4/5
Sinopse: Mariana
trabalha em uma badalada revista de moda. Tem um bom salário, é muito
competente… E tem uma queda pelo chefe, daquelas bem poderosas. Eles vivem em
mundos completamente diferentes, e Mariana sabe que nunca acontecerá nada entre
os dois. Até que Carlos Eduardo repara que sua secretária é muito, muito
bonita. O amor entre os dois é arrebatador, e Cadu e Mari sentem que nasceram
um para o outro. Mas as coisas logo começam a desandar. Talvez Cadu ainda não
esteja preparado para confiar em uma pessoa que teve uma vida tão diferente da
sua; talvez Mari ainda não se sinta segura em dividir sua realidade com o
chefe. Para viver esse amor, os dois precisarão enfrentar preconceitos e vencer
intrigas. Será que estão prontos?

****

Sabe quando suas
expectativas por uma leitura não são tão grandes e você acaba levando literalmente
“um tapa na cara” do livro?


Eu assumo ter realmente
apanhado com a leitura de Cadu e Mari kkkk’, e gente que bom que isso
aconteceu.
Vamos conhecer nosso
casal?

Cadu e Mari trabalham
juntos, Mariana é a assistente pessoal/secretária de Carlos Eduardo o
presidente da Revista de moda Be. Passam basicamente o dia inteiro juntos no
ambiente de trabalho e a relação dos dois e puramente profissional, só da
parte de Cadu rs
.

Mari é uma mulher comum,
simples, porém excepcional com a profissão, dedicada, amiga e fisicamente se
acha pouco atraente, se julga estar acima do peso, ter curvas demais, a gordinha
segundo ela. Mari também tem uma queda pelo chefe,
esse que costuma desfilar com as mais variadas modelos com quem já trabalhou.

E ela, a Mari, não
passa nem perto de ser o tipo de mulher
com quem Cadu se envolveria.
Cadu é o típico playboy carioca, rico, bem-sucedido,
charmoso, assediado, porém vazio. Ele se julga está bem, mas falta algo em sua
vida. 


Até que um belo dia, ao
entrar em seu escritório, uma centelha se acende quando ele se depara com sua
impecável assistente em uma situação um tanto quanto contraditória.

Mariana estava
agachada, resmungando com alguns papéis que haviam caído no chão, ela estava
com os cabelos soltos e não no habitual rabo
de cavalo arrumado
e a posição revelou a ele uma bela visão de suas pernas
torneadas, além de ressaltar seu bumbum arrebitado e muito de suas
maravilhosas curvas.

Como um estopim, a
atração dos dois é despertada e Cadu passa a desejar mais de Mari, ele deseja
não somente o físico dela, mais também de sua companhia. 
Acabam se envolvendo em
uma noite, mas no dia seguinte Cadu, que resolve confidenciar ao seu irmão e
cunhada o possível interesse pela assistente, acaba recebendo várias
justificativas impensáveis que o faz se afastar da Mari.

O que não é bem
recebido pela moça, que já nutria sentimentos pelo chefe, Mari passa novamente
a ser profissional e tratar o Carlos Eduardo friamente. Ela também começa a
procurar um novo emprego, pois não suportar a proximidade com o homem dos seus
sonhos.


Coisas acontecem e Cadu
acorda para a vida e resolve se render aos sentimentos que tem por Mari e
finalmente eles começam a namorar. Um relacionamento lindo, intenso e mútuo.


Mari que havia passado
por um relacionamento anterior que a traumatizou, se rende a Cadu totalmente e
ele resolve se dedicar inteiramente a felicidade da mulher que ama.

Só que o relacionamento
dos dois continua a incomodar o irmão do rapaz, que não somente reprova a moça
como também a ameaça e insulta. 
Infelizmente a armação
contra o casal é grande e gera uma separação dolorosa entre os dois.

Cadu tenta de todas as
formas se reconciliar com a mulher da sua vida, mas Mari permanece irredutível
e isso faz com que o jovem tome uma atitude cavalheiresca, desiste da sua amada
lhe dando sua última prova de amor, porém também se muda do país.


E é aí que a magia acontece…
Apesar de ter
basicamente todos os livros da A. C. Meyer, Cadu e Mari foi o primeiro livro
que li. Sim, podem me julgar. Eu sou totalmente fora do contexto. Admito.

Mas não me arrependo de
ter começando a ler o último livro publicado por ela. Gostei demais da escrita,
o enredo, os personagens, a trilha sonora…. Enfim, não sei se ela lerá minha
resenha, mas Andreia você ganhou uma nova fã!


Sobre livro, foi o que
eu disse antes, não estava com muitas expectativas e acabei levando na cara
kkkkk.

É uma daquelas
histórias gostosas sabem? Que te envolvem, que a leitura flui maravilhosa. Eu
imaginava ser um casal bumerangue, cão e gato, e não tem nada disso neles. 
Eu vi um
relacionamento, mesmo fictício, sendo construído aos poucos e uma
mocinha que passou e ainda passa por
traumas e tratamentos abusivos que muitas pessoas na vida real vivenciam e
muitas vezes deixam passar.

Gostei que a A. C. não
colocou a Mari sendo “estonteante”, no padrão fictício: loira, corpão
sarado, siliconada e esses outros afins. Gostei do simples, da Mari se achar
até gordinha. 
E principalmente gostei
que o drama não foi aquele forçado, a trama da história nem permitiria um
dramalhão desnecessário. O que tem, está muito bom.

Mas Mazinha, porque você deu 4 estrelas
então?
Fácil, eu não curti
muito a edição. Tem umas coisas que poderiam terem sido revisadas melhor. Culpa
da autora? Não vejo assim. Culpa da editora? Talvez, mas a gente entende que o
olho as vezes deixa passar alguma coisa. Então vamos dizer que as 4 estrelas
são somente porque eu sou uma chata e perfeccionista. Mas recomendo demais a
leitura, acho que vocês devem ler e vir aqui me informar sobre a minha nota
kkkkk.

É isso gente, espero
que tenham gostado, podem deixar seus pensamentos se quiserem, eu aceito
críticas numa boa rs’.

Beeeijos.

See ya!

Mazinha

Mazinha

Sou Mazinha, minha idade não importa, né? A alma é eterna KKKKK’ Moro em uma cidadezinha inexistente no mapa, sou viciada em Crepúsculo e todas as fanfics baseada nele, o que não quer dizer que a SM seja a minha autora da vida. Amo Romances e tenho me aventurado nos thrillers e segundo a Dani Fernandes eu adoro romance hot, só que nunca confirmei isso! Comecei a ler com 10 anos (vocês que lutem para fazer cálculos, eu sou de humanas).

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