[Resenha #3]: Os Treze Porquês (Thirteen Reasons Why) – Jay Asher @AticaScipione



Título: Os Treze
Porquês /
Thirteen Reasons Why
Autora: 
Jay Asher
Lançamento: 2007 nos Estados Unidos / 2009 no Brasil
Editora: Estados Unidos
-> Editora 
Penguin Books / Brasil -> Editora Ática
Páginas: 
256 
Literatura: Estrangeira
Gênero: 
Young Adult.
Estrelas: 5/5

Sinopse: Ao
voltar da escola, Clay Jensen encontra um misterioso pacote com várias fitas
cassetes. Ele ouve as gravações e se dá conta de que foram feitas por uma
colega de classe que cometeu suicídio duas semanas antes. Nas fitas, ela
explica que 13 motivos a levaram à decisão de se matar. Clay é um deles. Agora
ele precisa ouvir tudo até o fim para descobrir como contribuiu para esse
trágico acontecimento.

Antes
de tudo eu preciso dizer a vocês que li esse livro por pura curiosidade. Uma
amiga comentou sobre ele em um grupo de whatsapp (beijos Josis rs’), e eu
ratinha né? Fui lá ver qual era a do livro. Gente, eu li esse livro em 10hs, eu
fui dormir ao amanhecer, só depois que consegui terminar o livro.
Isso
geralmente acontece comigo, eu pego uma coisa para ler sem muita importância e
BUM! Só paro de ler quando acabo. Por isso 5 estrelas, por isso já li 3 vezes
kkkk. Espero que desperte em vocês o desejo de ler também.

“Recebi um
pacote de fitas cassete pelo correio hoje, de uma garota que se matou. Parece
que eu tive alguma coisa a ver com isso.”

Clay chega em casa e encontra um
pacote na sua porta endereçado a ele, mas sem remetente. Dentro do pacote estão
sete fitas cassete numeradas, tomado pela curiosidade
Clay sai em buscar de um “toca fitas” que ele sabia que
seu pai guardava na garagem, assim que coloca a primeira fita no aparelho e
aperta o play, ele percebe que elas foram gravadas por Hannah Baker – a colega
(pela qual
Clay nutria uma paixão), que
recentemente cometeu suicídio –. Hannah instruiu
Clay a ouvir as fitas para que ele possa entender por
que ela se matou, ou mais especificamente, porque ele é um dos Treze Porquês.
Hannah conta tudo o que aconteceu em sua vida e
como uma série de brincadeiras aparentemente inocentes levou ao assédio moral, e
outras séries de fatos que levaram suas emoções fora de controle.

“Suicídio. Tenho pensado nisso. Não muito a sério, mas tenho pensado
nisso.”

Logo que Clay
começa a ouvir as fitas, ele deseja sinceramente, nunca ter pego o pacote
estúpido em sua porta. Hannah, a menina pela qual ele era apaixonado por mais
tempo do que ele podia se lembrar. A menina que ia para escola com ele. A menina
ele trabalhou no cinema. A menina que mudou drasticamente, nos últimos meses.
Hannah Baker, a menina que se suicidou.


Preciso que a coisa pare. O que
precisa parar? Preciso que tudo pare. As pessoas. A vida.

Clay percebe
que estas fitas não são apenas notas do seu suicídio, são na verdade, uma
versão clara do por que ela fez o que fez. Em vez disso, estes são
Treze Porquês – treze
pessoas, para ser exato – que criaram um efeito bola de neve de eventos que
levou Hannah acreditar que o suicídio era sua única opção. Mas por que é que Clay
está nessa lista? Como ele poderia ser uma das razões pela qual ela se matou?
À medida que o
dia passa, Clay se torna obcecado com a ouvir as fitas. E o que ele ouve o
assusta, perturba-o. E, no final, leva-o a realizações que ele nunca teria
esperado. Clay escuta o papel que ele próprio, levou a morte final de Hannah
Baker, e sua visão do mundo, e próprio do seu próprio ser, mudam drasticamente.

Você não pode interromper o futuro,
nem modificar o passado. O único jeito de descobrir este segredo é apertando
play ►.

Eu
não conseguia entender a Clay reação estava tendo no início do livro. Eu, pessoalmente, achava que ele e
Hannah eram um pouco estranhos. Mas
no decorrer do livro, eu descobrir o que ela significava para ele, e tudo
tornou-se mais claro.
Eu
acho que o suicídio é um tema que deve ser discutido mais em escolas. Suicídio, especialmente na internet, é
visto como uma piada. E temos visto uns
casos de grandes astros que cometem suicídio por meio de overdose de drogas. E
isso é um tema que deve ser debatido com mais frequência sim.
O livro me fez rever várias coisas na minha vida. Que embora as minhas
intenções sejam boas, eu posso mesmo sem querer ter feito ou dito algo a alguém
que de algum forma magoou. O principal é que nós nunca realmente sabemos como
nossas ações podem afetar outras pessoas para que elas pensem ou ajam Hannah
Baker, até que seja tarde demais. E eu, por exemplo, não gostaria de descobrir
mais tarde que alguém cometeu suicídio por causa de algo que eu disse ou fez.
Por isso, eu não acho que os motivos que levaram Hannah a suicidar-se
sejam bainais ou irrelevantes. Ela foi vitíma de bullying e ninguém nunca se
“tocou” como isso a afetava tão profundamente.
Cada um ao ler o livro
terá uma opinião diferente, decifrar o código, ou as palavras, baseando-se em
tudo o que sabe sobre a vida. Descobrir
Os Treze Porquês que levaram Hannah a cometer suicídio,
juntar as peças e ver que uma pessoa se machuca não só fisicamente, mas emocionalmente
também.
Recomendo o livro. A ideia do autor é incrível. O fato de ser
intercalada entre pensamentos e fitas não tornou a leitura cansativa.

Escuto mais de perto.

Às vezes não tem ninguém em volta para mandar você ficar quieto…
Às vezes você precisa ficar em silêncio quando está completamente
sozinho. Como eu, agora, neste instante. Shh!

Deixem-me saber o que vocês acharam e espero que vocês gostem
da resenha ao ponto vão ler o livro. Não deixem de me falar, POR FAVOR?! O que
acharam da minha resenha e comentem, eu sempre encaro elogios e críticas como
um bom sinal rs’.

Onde encontrar Os Treze Porquês: Para
comprar: Cultura, Amazon, Buscapé



Capa Original

Escrito por:
Mazinha

Mazinha

Mazinha

Sou Mazinha, minha idade não importa, né? A alma é eterna KKKKK’ Moro em uma cidadezinha inexistente no mapa, sou viciada em Crepúsculo e todas as fanfics baseada nele, o que não quer dizer que a SM seja a minha autora da vida. Amo Romances e tenho me aventurado nos thrillers e segundo a Dani Fernandes eu adoro romance hot, só que nunca confirmei isso! Comecei a ler com 10 anos (vocês que lutem para fazer cálculos, eu sou de humanas).

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